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SAÚDE

Saúde alerta sobre importância da vacinação contra febre amarela

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Está chegando a tão esperada temporada de praias e férias no Tocantins, e com ela deve-se tomar alguns cuidados para garantir a diversão com segurança para todos. Para aqueles que vão se deslocar à área de matas e rios, o alerta do Governo do Tocantins é da importância de verificar o esquema vacinal contra a febre amarela.

Dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) apontam que, de janeiro a maio deste ano, foram 18 casos notificados para febre amarela em municípios do Tocantins, sendo que quatro se encontram em investigação. O Estado também registrou um óbito confirmado (importado de Santa Catarina) com Local Provável de Infecção (LPI), no Lago Angical, entre os municípios de Peixe, São Salvador e Paranã.

Diante do cenário, a prevenção é o mais recomendado por especialistas no assunto. “A vacinação é a medida de prevenção mais efetiva no caso da febre amarela, com ela podemos evitar os graves efeitos causados pelos sintomas e óbitos”, afirmou a gerente de Vigilância de Arboviroses da SES, Cristiane Bueno.

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Além da vacinação elencada pela gerente, alguns cuidados fazem a diferença: a vacina para febre amarela deve ser aplicada pelo menos duas semanas antes de sua viagem; macacos doentes ou mortos pode ser um sinal de alerta, caso encontre algum animal nestas condições, não se aproxime, comunique imediatamente a secretaria de saúde do município; em região de mata densa, não se esqueça de usar roupas adequadas e levar repelente.

Sintomas comuns

Geralmente, o vírus possui um estado de incubação de 3 a 6 dias e após esse período começam a aparecer os sintomas. A pessoa infectada com a febre amarela pode apresentar sintomas como febre súbita, calafrios, dores de cabeça intensa, dores nas costas, fraqueza, fadiga, vômitos e náuseas. Nos casos mais graves pode ocorrer febre alta, hemorragia e até falência dos órgãos.

O tratamento para febre amarela visa amenizar seus sintomas; em caso de suspeita consulte a unidade de saúde mais próxima. A melhor forma de prevenir a febre amarela é a vacina.

Aproveite a temporada de praia e férias vacinado contra a febre amarela – Mariana Ferreira/Governo do Tocantins

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SAÚDE

TCE de Olho identifica indícios de assédio moral e abuso de autoridade em hospital de Marianópolis

Fiscalização do TCE de Olho aponta ambiente de pressão psicológica e descumprimentos legais no Hospital de Marianópolis; caso foi encaminhado ao Ministério Público Estadual.

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TCE de Olho encontra fortes indícios de assédio moral e abuso de autoridade em hospital de Marianópolis

Servidores relataram choro, tremores e medo diante dos auditores; o caso foi enviado ao Ministério Público Estadual (MPETO)

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Uma fiscalização do programa TCE de Olho, realizada no Hospital Municipal de Pequeno Porte de Marianópolis, trouxe à tona um ambiente de trabalho marcado por pressões, constrangimentos e temor. Durante os dias 14 e 15 de abril, auditores do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCETO) colheram depoimentos de servidores que apresentaram sinais visíveis de abalo emocional, como choro e tremores, ao descrever a rotina da unidade.

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O conselheiro relator, Manoel Pires dos Santos, determinou o encaminhamento dos autos ao MPETO, por meio do Despacho nº 354/2026, diante dos fortes indícios de assédio moral, assédio institucional e abuso de autoridade supostamente cometidos pelo Subsecretário da Saúde do município. “Os relatos convergem para um cenário de interferências indevidas e dano coletivo, o que exige apuração imediata tanto na esfera cível quanto penal”, destacou o conselheiro.

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Outros problemas encontrados

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Além do quadro de assédio, a equipe do TCE de Olho listou outras 23 irregularidades que comprometem o atendimento à população. Entre elas:

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  • Ausência de divulgação das escalas médicas em local acessível;
  • Profissionais submetidos a plantões de até 48 horas consecutivas;
  • Número insuficiente de servidores efetivos;
  • Falhas no controle farmacêutico e falta de protocolos clínicos;
  • Inexistência de regimento interno;
  • Manutenção precária de equipamentos (ultrassonografia, eletrocardiograma, monitores);
  • Falta de alvará do Corpo de Bombeiros e de licença sanitária;
  • Pendências no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES);
  • Ausência do Plano de Controle de Infecções (PCIRAS) e de plano de contingência.

Os auditores recomendaram ainda a criação urgente de uma política de prevenção e combate ao assédio moral, assédio sexual e violência no ambiente de trabalho.

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Plano de ação exigido

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O prefeito de Marianópolis e o gestor do Fundo Municipal de Saúde foram intimados a apresentar, no prazo de 15 dias úteis, um plano de ação detalhando as medidas corretivas, os responsáveis e os prazos para cada ajuste. Após o recebimento, a Coordenadoria de Auditorias Especiais (COAES) analisará a documentação e poderá realizar nova visita para verificar a execução das melhorias.

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O conselheiro Manoel Pires também determinou a replicação do procedimento ao Corpo Especial de Auditores, sinalizando a gravidade dos fatos e a necessidade de apurar a escolha e a fiscalização do subsecretário, conforme súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal (STF).

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