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POLÍCIA

Dois homens são presos com 299 maços de cigarros contrabandeados e 10 cheques de R$ 21 mil

Além dos cigarros, policiais militares aprenderam ainda 10 cheques que totalizam um valor de R$ 21.640,00.

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A Polícia Militar deteve, na tarde desta quarta-feira, 22, dois homens que trafegavam pela Rodovia BR-010, em Natividade, carregando no veículo quase trezentos maços de cigarros, além de cheques de alto valor e origem duvidosa. A operação foi realizada pelos militares da 2ª Companhia Independente da PM, que após a abordagem levou os suspeitos para Delegacia de Polícia de Chapada de Natividade.

 

 

A interceptação ao veículo aconteceu durante um patrulhamento de rotina na região, quando os policiais militares visualizaram o veículo Voyage, cor cinza. Após a ordem de parada, foi realizada a busca pessoal e veicular.

 

 

No interior do veículo os militares encontraram 197 maços de cigarro da marca R7 e 102 maços da marca Calvert, tendo como valor de mercado aproximadamente R$ 8 mil reais.

 

 

Ainda durante a busca veicular foram encontrados oito cheques da agência do Banco da Amazônia de Natividade, com valor total de R$ 11.340,00, bem como dois cheques da agência do Banco Sicredi  de Dianópolis, com valor total de R$10.300,00, e também três aparelhos de celular.

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Diante da situação de flagrante delito foi dada voz de prisão aos autores, sendo os mesmos apresentados na DEPOL de Chapada da Natividade, onde também foi entregue o veículo, os cheques, os maços de cigarro e os aparelhos de celular.

POLÍCIA

Operação mira esquema de sonegação de ICMS de R$ 26,4 milhões e cumpre mandados em Palmas e Gurupi

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A Polícia Civil do Tocantins deflagrou, na manhã da última sexta-feira (26), a Operação Vital para desarticular um grupo investigado por um esquema de sonegação de ICMS que, segundo a investigação, causou prejuízo de R$ 26,4 milhões aos cofres estaduais. A ação teve como alvo uma organização suspeita de praticar sonegação fiscal, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

A investigação teve início a partir de uma representação fiscal encaminhada pela Superintendência de Enfrentamento a Fraudes Fiscais Estruturadas (SEFFE), da Secretaria da Fazenda do Tocantins (Sefaz). A operação também integra a Operação Brasil Contra o Crime Organizado, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais de Palmas e Gurupi. Durante as diligências na capital, um dos investigados foi preso em flagrante após os policiais encontrarem uma pistola calibre 9 mm mantida de forma irregular.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava empresas registradas em nome de terceiros para concentrar débitos tributários e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas operações. As empresas realizavam compras interestaduais em grande volume, mas deixavam de transmitir a Escrituração Fiscal Digital (EFD), documento obrigatório para o controle da arrecadação do ICMS.

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As investigações apontam que os estabelecimentos funcionavam apenas formalmente, sem estrutura compatível com o volume de mercadorias registrado. A suspeita é de que cargas de bebidas e energéticos fossem destinadas documentalmente a empresas sediadas em Gurupi, mas desviadas antes da entrega para outros locais, com o objetivo de dificultar a fiscalização tributária.

Segundo a Polícia Civil, a maior parte das mercadorias adquiridas pelas empresas investigadas em 2025 teria sido direcionada a um estabelecimento localizado em Palmas, apontado como o principal beneficiário do esquema.

Os investigadores também identificaram indícios de que a administração das empresas era exercida por uma pessoa que não figurava formalmente como sócia, mas detinha poderes para gerenciar os negócios e emitir documentos fiscais considerados ideologicamente falsos. A investigação também apura a participação de profissionais responsáveis pela contabilidade das empresas na operacionalização da fraude.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos celulares, computadores, documentos contábeis, fiscais e societários. O material passará por perícia e será incorporado ao inquérito, que continua para esclarecer a estrutura financeira do grupo, a sucessão societária das empresas e a possível participação de outros envolvidos.

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A operação contou com apoio de auditores fiscais da Secretaria da Fazenda, além de equipes especializadas da Polícia Civil e da Polícia Científica.

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