Infraestrutura da Saúde
Com Wanderlei Barbosa e Karynne Sotero, Eduardo Fortes acompanha obras do HGG
O deputado estadual Eduardo Fortes (Republicanos) participou nesta sexta-feira (3), em Gurupi, da agenda do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) que autorizou o início de uma nova etapa das obras do Hospital Geral de Gurupi (HGG). Orçada em R$ 103 milhões, a intervenção tem prazo de execução de 36 meses e integra o projeto de ampliação da rede estadual de saúde no sul do Tocantins.
Durante o evento, Fortes afirmou que atuou junto ao Governo do Estado para defender a retomada das obras do hospital, demanda que, segundo ele, acompanha desde o início do mandato. O parlamentar disse que o investimento representa um avanço para a estrutura de atendimento da região.

“Assumi o compromisso de buscar esse investimento para Gurupi e para toda a região sul, e hoje acompanhamos mais um importante passo para fortalecer a saúde pública”, afirmou.
Equipamentos para o HRG
Além da autorização da nova etapa do HGG, o Governo do Estado entregou novos equipamentos ao Hospital Regional de Gurupi (HRG). A unidade recebeu um tomógrafo computadorizado e um aparelho de raio-X digital, ambos já em funcionamento, além de melhorias na cozinha e no refeitório.
Segundo o governo, os investimentos buscam ampliar a capacidade de atendimento e diagnóstico da unidade, que atende pacientes de Gurupi e de municípios da região sul do Estado.

CIDADES
MP investiga contrato da Prefeitura de Figueirópolis após denúncia de aditivos que teriam elevado valor em 97%
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) instaurou procedimento preparatório para apurar supostas irregularidades na execução do Contrato Administrativo nº 106/2025, firmado entre a Prefeitura de Figueirópolis e a empresa BR Soluções e Construção Civil Ltda. A investigação teve origem em uma representação anônima que aponta que os termos aditivos celebrados durante a execução do contrato teriam elevado seu valor em aproximadamente 97% sobre o montante originalmente licitado.
Segundo a portaria assinada pelo promotor de Justiça André Henrique Oliveira Leite, a suspeita é de que os acréscimos tenham ultrapassado o limite de 25% previsto no artigo 125 da Lei Federal nº 14.133/2021, que disciplina as licitações e os contratos administrativos. Caso a irregularidade seja confirmada, o Ministério Público avalia que a conduta poderá caracterizar ato de improbidade administrativa por lesão ao erário e violação aos princípios da administração pública.
O procedimento também registra que a Prefeitura de Figueirópolis foi notificada, por meio de ofício expedido em 9 de março deste ano, para encaminhar documentos relacionados ao contrato. Conforme o Ministério Público, o prazo de 15 dias transcorreu sem qualquer resposta, circunstância que, segundo o órgão, inviabilizou a conclusão da notícia de fato e motivou a abertura do procedimento preparatório.
Nesta nova fase, o Ministério Público determinou o envio de nova requisição ao prefeito José Fontoura Primo para que apresente, no prazo de 15 dias, a documentação solicitada anteriormente. Após a análise dos documentos, o órgão decidirá se há elementos para converter o procedimento em inquérito civil ou adotar outras medidas.
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