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POLÍCIA

Operação Boas Festas: PM prende 5 pessoas por roubo, furto e porte ilegal de armas em Palmas, Ananás e Colinas

A Operação Boas festas, da PMTO, teve início no dia 07 de dezembro.

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Em continuidades as ações da Operação Boas Festas, a Polícia Militar do Tocantins realizou, durante o feriado de Natal a prisão de cinco pessoas no Estado, por roubo/furto e posse ilegal de arma de fogo. Em Palmas, dois homens foram detidos logo após praticarem roubos de celulares. Em Ananás, um homem foi preso por porte ilegal de arma de fogo e em Colinas, a PM prendeu dois homens pelos crimes de furto e receptação.

 

Em Palmas

Na última segunda-feira, 24, a Polícia Militar prendeu em flagrante, dois suspeitos logo após praticarem um assalto, na região Central de Palmas.

Por volta das 8 horas, a PM foi acionada para atender uma ocorrência de roubo na quadra 103 Norte. A vítima repassou a descrição dos autores aos militares, que iniciaram as diligências.

Algumas horas depois, a equipe de estágio do curso de Força Tática do 6º BPM localizou os dois autores, que são irmãos, na região Sul de Palmas, no setor Morada do Sol.

A PM recuperou com os suspeitos, dois aparelhos de celular que foram levados, juntamente com eles, para a Central de Flagrantes para que fossem efetuados os procedimentos cabíveis.

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Porte ilegal de arma

Durante patrulhamento, os militares realizavam abordagens em locais estratégicos no Povoado São Raimundo dos Porcos, na Zona Rural de Ananás, nesta terça, 25, quando encontraram uma arma de fogo do tipo “bate-bucha”, enrolada em um saco de fibras na garupa da bicicleta de um homem.

O autor disse que tinha adquirido a arma por R$ 100,00, e que utilizaria a mesma para caçar. Foi dada voz de prisão e ele foi levado junto com a arma até a Delegacia de Polícia de Tocantinópolis.

 

Flagrante em Colinas

Um homem foi detido pela PM em Colinas do Tocantins na manhã desta terça, após arrombar a porta de uma residência para furtar objetos. Outro suspeito foi detido após ser identificado como receptador dos produtos furtados.

O morador que acionou a PM disse que chegava a sua residência quando ouviu um barulho e correu para ver do que se tratava. Ele afirmou flagrou o criminoso pulando o muro com uma mochila nas costas e o puxou. O autor caiu e a vítima amarrou seus braços até a chegada dos policiais.

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O suspeito tinha arrombado a porta dos fundos da casa para furtar diversos objetos, dentre eles, produtos de limpeza, higiene e alimento.

Diante do fato, o autor e os objetos foram levados a Delegacia de Polícia. No momento em que a ocorrência era registrada, outra vítima chegou ao local e reconheceu o homem como sendo o autor de furto em sua residência.

Os objetos da segunda vítima foram localizados na residência de um suspeito envolvido no crime de receptação. O mesmo também foi conduzido a delegacia para os procedimentos cabíveis.

 

Operação Boas Festas

 

A Operação Boas festas, da PMTO, teve início no dia 07 de dezembro e consiste no emprego dos meios e de efetivo necessários para desenvolvimento do policiamento ostensivo, preventivo e repressivo, em regime ordinário e extraordinário, procedendo à presença operacional em áreas comerciais de grande fluxo de pessoas em razão das comemorações de fim de ano, dando ênfase as festividades de Natal e Ano Novo (Réveillon).

POLÍCIA

Operação mira esquema de sonegação de ICMS de R$ 26,4 milhões e cumpre mandados em Palmas e Gurupi

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A Polícia Civil do Tocantins deflagrou, na manhã da última sexta-feira (26), a Operação Vital para desarticular um grupo investigado por um esquema de sonegação de ICMS que, segundo a investigação, causou prejuízo de R$ 26,4 milhões aos cofres estaduais. A ação teve como alvo uma organização suspeita de praticar sonegação fiscal, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

A investigação teve início a partir de uma representação fiscal encaminhada pela Superintendência de Enfrentamento a Fraudes Fiscais Estruturadas (SEFFE), da Secretaria da Fazenda do Tocantins (Sefaz). A operação também integra a Operação Brasil Contra o Crime Organizado, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais de Palmas e Gurupi. Durante as diligências na capital, um dos investigados foi preso em flagrante após os policiais encontrarem uma pistola calibre 9 mm mantida de forma irregular.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava empresas registradas em nome de terceiros para concentrar débitos tributários e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas operações. As empresas realizavam compras interestaduais em grande volume, mas deixavam de transmitir a Escrituração Fiscal Digital (EFD), documento obrigatório para o controle da arrecadação do ICMS.

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As investigações apontam que os estabelecimentos funcionavam apenas formalmente, sem estrutura compatível com o volume de mercadorias registrado. A suspeita é de que cargas de bebidas e energéticos fossem destinadas documentalmente a empresas sediadas em Gurupi, mas desviadas antes da entrega para outros locais, com o objetivo de dificultar a fiscalização tributária.

Segundo a Polícia Civil, a maior parte das mercadorias adquiridas pelas empresas investigadas em 2025 teria sido direcionada a um estabelecimento localizado em Palmas, apontado como o principal beneficiário do esquema.

Os investigadores também identificaram indícios de que a administração das empresas era exercida por uma pessoa que não figurava formalmente como sócia, mas detinha poderes para gerenciar os negócios e emitir documentos fiscais considerados ideologicamente falsos. A investigação também apura a participação de profissionais responsáveis pela contabilidade das empresas na operacionalização da fraude.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos celulares, computadores, documentos contábeis, fiscais e societários. O material passará por perícia e será incorporado ao inquérito, que continua para esclarecer a estrutura financeira do grupo, a sucessão societária das empresas e a possível participação de outros envolvidos.

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A operação contou com apoio de auditores fiscais da Secretaria da Fazenda, além de equipes especializadas da Polícia Civil e da Polícia Científica.

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