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SAÚDE

Governo do Tocantins realiza 4ª Reunião Anual de Rede de Laboratórios Entomoparasitológicos

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Com objetivo de discutir metas de execução das ações de vigilância entomológica e controle vetorial dos principais agravos transmitidos por vetores, além de apresentar as avaliações realizadas nos municípios tocantinenses, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) promoveu nesta quarta-feira, 30, no auditório do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, a 4ª Reunião Anual de Rede de Laboratórios Entomoparasitológicos.

Para a superintendente de Vigilância em Saúde da SES-TO, Perciliana Bezerra, “a sexta edição da reunião anual representa uma oportunidade para conhecer os colegas de trabalho e observar o quão importante é o trabalho de entomologia dentro da rede de atenção à saúde do nosso Estado. O Tocantins é endêmico para algumas arboviroses, temos altas taxas de adoecimento por animais peçonhentos, então é muito importante que a rede esteja fortalecida”, pontuou a gestora.

De acordo com a diretora de Vigilância das Doenças Vetoriais e Zoonoses da SES-TO, Mary Ruth Batista Glória Maia, “pensar em rede laboratorial entomológica é, sobretudo, pensar na vigilância de doenças transmitidas por vetores, uma vez que, não tem como fazermos vigilância das doenças sem termos a base, que é a identificação do vetor. O papel do laboratório hoje, dentro dos municípios, e a ação desenvolvida por cada servidor, são fundamentais. Agradeço cada profissional que aqui está pelo trabalho de excelência que vem sido desenvolvido no Estado do Tocantins”, enfatizou.

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Representando o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Tocantins (Cosems-TO), a secretária municipal de saúde de Araguaína, Ana Paula Abadia, também falou sobre a importância da união de esforços dentro da vigilância e controle de doenças. “Este encontro é produtivo para que todos possam tirar dúvidas, apresentar metas e indicadores, a fim de garantir a vigilância laboratorial. Estamos aqui para trabalhar em prol do Sistema Único de Saúde, ofertando o melhor da saúde pública para os nossos usuários”.

Segundo a bióloga em saúde do Laboratório de Entomologia Médica do Estado do Tocantins, Vanessa Duran, “os laboratórios de entomologia são responsáveis pela vigilância entomológica dos seus municípios, ou seja, aquela que trabalha dentro de cada vetor e agravo, como a dengue, por exemplo. Enquanto Estado, precisamos desse momento para passar aos municípios quais as formas corretas e importância da vigilância, com a parte primordial entomológica”.

O encontro reúne, além de equipes técnicas da SES-TO, laboratoristas, coordenadores de endemias municipais e secretários municipais de saúde. “A reunião anual é muito importante, para que possamos adquirir novos conhecimentos da rede, além de se familiarizar com a equipe de entomologia do Estado e colegas de outros municípios. A troca de conhecimentos é valiosa”, concluiu Rafael Paz Gonçalves, laboratorista do município de Porto Nacional.

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Além de apresentações técnicas sobre entomologia e vigilância, laboratórios foram montados para que todas as equipes possam tirar dúvidas e colocar em práticas os assuntos abordados durante a programação.

Laboratório foi montado para que equipes possam tirar dúvidas sobre vetores – Mariana Ferreira/Governo do Tocantins

Reunião anual discute metas de execução das ações de vigilância entomológica e controle vetorial dos principais agravos transmitidos por vetores – Mariana Ferreira/Governo do Tocantins

Fonte: Saúde – GOV TO

SAÚDE

Saúde busca novo modelo com mais integração e uso de dados

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A ampliação da cooperação entre o SUS e a saúde privada foi o principal tema do 8º Fórum Brasil-Saúde, realizado durante a Hospitalar 2026, em São Paulo. A transformação digital ganhou destaque como ferramenta para aumentar eficiência e qualidade do cuidado, com ênfase em interoperabilidade, inteligência artificial e melhor uso de dados, ainda fragmentados nos sistemas.

“Precisamos transformar informação em conhecimento, conhecimento em estratégia e estratégia em impacto real para pacientes, profissionais, instituições e para a sustentabilidade do sistema de saúde”, afirmou Francisco Balestrin (na foto acima), presidente da Federação e do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo (Fesaúde e SindHosp) que, junto com a CNSaúde, promoveram o evento.

Balestrin também chamou atenção para o peso político da saúde no debate público. Segundo ele, embora a área permaneça entre as principais preocupações da população brasileira, o tema frequentemente perde espaço na agenda política depois dos períodos eleitorais. O presidente da CNSaúde, Breno Monteiro, destacou a importância do Fórum como espaço de articulação institucional e de construção de soluções para os desafios enfrentados pelo setor.

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Representando o Ministério da Saúde, Aline de Oliveira Costa apresentou iniciativas voltadas à ampliação da atenção especializada, telessaúde, interoperabilidade de dados e modernização hospitalar. Segundo ela, o governo aposta no uso da capacidade instalada da rede privada para reduzir filas e ampliar o atendimento, incluindo modelos regionalizados de contratação e uso de estruturas ociosas.

Os debates também evidenciaram a crescente pressão sobre hospitais, impulsionada pelo envelhecimento da população, pela alta de doenças crônicas e pela demanda reprimida da pandemia, reforçando a necessidade de reorganizar a rede assistencial.

No campo econômico, especialistas alertaram para sinais de esgotamento do modelo atual de financiamento da saúde. O consenso foi de que a sustentabilidade depende de ganhos de produtividade, redução de desperdícios, novos modelos de remuneração e maior integração entre os atores do setor.

O evento também discutiu a fragmentação de dados e o potencial da inteligência artificial para viabilizar uma assistência mais integrada, preditiva e personalizada. A diretora da ANS, Carla Soares, apontou desafios na saúde suplementar, como a necessidade de as operadoras assumirem papel mais ativo na coordenação do cuidado e melhorarem a experiência dos beneficiários.

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Ela chamou atenção para dificuldades enfrentadas pelos próprios beneficiários na navegação entre consultas, exames, encaminhamentos e tratamentos dentro do sistema de saúde suplementar. O Fórum reforçou que a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro depende cada vez mais de integração, coordenação e cooperação entre público e privado. O evento reuniu representantes do governo federal, lideranças do setor e executivos.

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