SAÚDE
Emenda de Léo Barbosa viabiliza cirurgias oftalmológicas para Rio Sono
Uma emenda de R$ 400 mil do deputado Léo Barbosa financiou um mutirão em Palmas que realizou 140 cirurgias oftalmológicas para moradores de Rio Sono. A prefeitura organizou transporte e logística para garantir os atendimentos.
Emenda parlamentar financia mutirão oftalmológico
Uma emenda parlamentar de R$ 400 mil, destinada pelo deputado estadual Léo Barbosa (Republicanos), custeou um mutirão de cirurgias oftalmológicas para moradores do município de Rio Sono (TO).
Atendimento e procedimentos
O mutirão foi realizado na última sexta-feira (19) e sábado (20) e ocorreu em Palmas. Ao todo, foram realizados 140 procedimentos, entre cirurgias de catarata, pterígio e glaucoma.
Logística e apoio municipal
A Prefeitura de Rio Sono organizou o transporte dos pacientes e toda a logística necessária para garantir o acesso aos procedimentos em Palmas.

Reações das autoridades
A prefeita Valdeia Martins destacou a importância da parceria para atender a demanda da população. Ela afirmou que o recurso permitiu que dezenas de cidadãos tivessem acesso a cirurgias que estavam aguardando há muito tempo e ressaltou os ganhos na qualidade de vida e na capacidade de trabalho dos pacientes.
O deputado Léo Barbosa também comentou a ação, afirmando que investir na saúde é garantir dignidade e bem-estar. Segundo ele, a emenda possibilitou que 140 pessoas recuperassem sua qualidade de vida por meio desses procedimentos e destacou a importância da articulação entre os níveis de governo.
Impacto na saúde pública
A iniciativa integra ações voltadas ao fortalecimento da saúde pública no município, ampliando o acesso a atendimentos especializados e contribuindo para a redução da fila de espera por procedimentos oftalmológicos.
PALMAS
TCE manda suspender contrato de R$ 139 milhões das UPAs de Palmas e dá 60 dias para transição
O Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE-TO) determinou a suspensão do contrato firmado entre a Prefeitura de Palmas e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba para gestão das UPAs Norte e Sul da capital. A decisão foi assinada pelo conselheiro José Wagner Praxedes e prevê prazo de 60 dias para que o município reassuma os serviços de forma gradual.

O Termo de Colaboração nº 001/2026 tem valor de R$ 11,6 milhões por mês, totalizando R$ 139,1 milhões por ano. Segundo o TCE, há indícios de irregularidades na contratação, entre elas a falta de comprovação da vantajosidade econômica do ajuste, ausência de estudos suficientes para demonstrar compatibilidade dos custos com os preços de mercado e fragilidades na qualificação da entidade.
A Corte também determinou a conversão do procedimento em Representação e a citação de ex-gestores da Secretaria Municipal de Saúde, incluindo a ex-secretária Dhieine Caminski, para apresentação de defesa.
Apesar da suspensão, o tribunal autorizou a continuidade temporária da execução do contrato durante o período de transição para evitar prejuízos ao atendimento da população nas unidades de urgência e emergência.
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