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POLÍCIA

Mulheres suspeitas por tráfico de drogas são presas em Colinas

Denúncia informou à Polícia que as duas mulheres estariam utilizando a própria casa como ponto de venda de drogas.

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A Polícia Civil, por intermédio da 7ª Delegacia Regional de Colinas do Tocantins, efetuou na tarde desta quinta-feira, 26, a prisão de duas mulheres suspeitas pela prática do crime de tráfico de drogas.

 De acordo com a delegada regional Olodes Maria Oliveira Freitas, a ação que resultou na prisão de C.A.C, de 24 anos e A.J.S, 34 anos, foi deflagrada após o recebimento de uma denúncia anônima informando que as duas mulheres estariam utilizando a própria residência, localizada no Setor Rodoviário, como ponto de venda de drogas.

Com base nas informações, equipes da 7ª DRPC foram até o local, onde surpreenderam as duas autoras portando, aproximadamente, 20 pedras de crack, bem como filme plástico, tesouras e demais insumos para embalar o entorpecente. Dando continuidade às buscas no interior do imóvel, os policiais civis localizaram e apreenderam, sete aparelhos celulares, um tablet, sete relógios de pulso de marcas e modelos diferentes, algumas máquinas de lava-jato, bem como várias bijuterias e certa quantia em dinheiro.

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Os produtos foram apreendidos e serão periciados, pois existe a suspeita de que sejam furtados ou roubados e tenham sido trocados por porções de drogas. Diante da situação de flagrância, as duas mulheres confessaram que estavam preparando o crack para revender.  

Desta maneira, C.A.C e A.J.S foram conduzidas até à Central de Flagrantes de Colinas, onde foram autuadas, em flagrante por tráfico de drogas. Em seguida, ambas as mulheres foram recolhidas à carceragem da Cadeia Pública local, onde ficarão à disposição da Justiça.

POLÍCIA

Operação mira esquema de sonegação de ICMS de R$ 26,4 milhões e cumpre mandados em Palmas e Gurupi

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A Polícia Civil do Tocantins deflagrou, na manhã da última sexta-feira (26), a Operação Vital para desarticular um grupo investigado por um esquema de sonegação de ICMS que, segundo a investigação, causou prejuízo de R$ 26,4 milhões aos cofres estaduais. A ação teve como alvo uma organização suspeita de praticar sonegação fiscal, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

A investigação teve início a partir de uma representação fiscal encaminhada pela Superintendência de Enfrentamento a Fraudes Fiscais Estruturadas (SEFFE), da Secretaria da Fazenda do Tocantins (Sefaz). A operação também integra a Operação Brasil Contra o Crime Organizado, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais de Palmas e Gurupi. Durante as diligências na capital, um dos investigados foi preso em flagrante após os policiais encontrarem uma pistola calibre 9 mm mantida de forma irregular.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava empresas registradas em nome de terceiros para concentrar débitos tributários e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas operações. As empresas realizavam compras interestaduais em grande volume, mas deixavam de transmitir a Escrituração Fiscal Digital (EFD), documento obrigatório para o controle da arrecadação do ICMS.

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As investigações apontam que os estabelecimentos funcionavam apenas formalmente, sem estrutura compatível com o volume de mercadorias registrado. A suspeita é de que cargas de bebidas e energéticos fossem destinadas documentalmente a empresas sediadas em Gurupi, mas desviadas antes da entrega para outros locais, com o objetivo de dificultar a fiscalização tributária.

Segundo a Polícia Civil, a maior parte das mercadorias adquiridas pelas empresas investigadas em 2025 teria sido direcionada a um estabelecimento localizado em Palmas, apontado como o principal beneficiário do esquema.

Os investigadores também identificaram indícios de que a administração das empresas era exercida por uma pessoa que não figurava formalmente como sócia, mas detinha poderes para gerenciar os negócios e emitir documentos fiscais considerados ideologicamente falsos. A investigação também apura a participação de profissionais responsáveis pela contabilidade das empresas na operacionalização da fraude.

Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos celulares, computadores, documentos contábeis, fiscais e societários. O material passará por perícia e será incorporado ao inquérito, que continua para esclarecer a estrutura financeira do grupo, a sucessão societária das empresas e a possível participação de outros envolvidos.

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A operação contou com apoio de auditores fiscais da Secretaria da Fazenda, além de equipes especializadas da Polícia Civil e da Polícia Científica.

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